Do que vi

Reconheço-me na austeridade, na medida do perfeccionismo e nalgum pudor perante as coisas e as acções. E guardo, o que ele escreveu: o essencial é que eu me sinto de tango. Um pouco de Portugal, outro do mundo.

1 comentário:

Anónimo disse...

Eu sinto-me de tanga.
AVAN