
Damos de nós, o que mais falta nos faz.
(Fui pôr um tango a tocar porque precisava de sentir qualquer coisa forte a velar-me os sonhos)
Vagueamos nos sítios errantes e escutamos o que, provavelmente, nunca diríamos mas juramos que fazemos a mais positiva compreensão porque tendemos para o surrealismo e para ver cores onde elas não existem.
(Hoje preciso de qualquer coisa quente a arrastar-me os olhos para um sítio não habitado)
Sós, sós, sós, na noite e dia, e no entanto, o meu sorriso é a minha varanda sobre o mundo.
(Quase que fechei a porta para não ter afagos de consolação nem olhares de compaixão, se prometo alguma coisa, ao menos que me prometa a mim)
E que o meu olhar possa ser Tango, pelo menos, por hoje.
(Fui pôr um tango a tocar porque precisava de sentir qualquer coisa forte a velar-me os sonhos)
Vagueamos nos sítios errantes e escutamos o que, provavelmente, nunca diríamos mas juramos que fazemos a mais positiva compreensão porque tendemos para o surrealismo e para ver cores onde elas não existem.
(Hoje preciso de qualquer coisa quente a arrastar-me os olhos para um sítio não habitado)
Sós, sós, sós, na noite e dia, e no entanto, o meu sorriso é a minha varanda sobre o mundo.
(Quase que fechei a porta para não ter afagos de consolação nem olhares de compaixão, se prometo alguma coisa, ao menos que me prometa a mim)
E que o meu olhar possa ser Tango, pelo menos, por hoje.
Foto de Salvador Sabater em Olhares.com
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