Um dia,
ao dizer
um segredo,
teve medo,
da poesia.
De noite,
ao ver
cinema,
teve também pena,
de não entrar em cena,
e beijar a maresia.
Empunho a espada.
Lanço-me à guerra.
Com o mais doce que tenho.
Olho o retrato
da imagem na lapela,
leio-me nas causas perdidas dela,
sem ser santa,
nem lhe vestir o manto.
Solto o cabelo.
Afloro o riso.
Com o mais terno que possuo.
Miro a viagem
e a queda inexorável
para as batalhas perdidas,
quando é que eu vou,
não querer ser vertigem,
não procurar a origem
de tudo quanto reluz,
no oposto de mim.
Sem comentários:
Enviar um comentário