das cores

Ontem passei por lá, para mostrar uma coisa que escrevi a propósito dos The National. Revíamos o concerto no SBSR e a minha aparição no iutubi e tudo quanto nasceu, em conversas, e-mails, mensagens, expressões de rosto, mãos como faces escondidas mas com tudo à mostra, pequenas cerejas de que se perdeu a conta, como naturalmente acontece a quem muito tem para dizer.

Muito tinha a dizer-te. Mas os dias são claros e as noites mais claras ainda. E nem sempre estou com a claridade na língua e a língua e os olhos se coordenam de modo a produzirem um discurso intelegível e suficientemente perto de toda a verdade e força que as palavras deveriam carregar.

Estou fluorescente até ao osso. É isso.

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